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Silêncio (2016) – [2017/29]

Martin Scorsese tem uma carreira deveras brilhante. Seus filmes conseguem ser bastante distintos e variados entre si, mas todos, inegavelmente, possuem uma qualidade e um cuidado que poucos conseguem manter durante tanto tempo. Mas isso não quer dizer que seus filme sejam perfeitos. Em Silêncio, ele mostra mais uma vez porque é um dos diretores mais aclamados de Hollywood, mas também reafirma algumas de suas dificuldades narrativas.

A Bela e a Fera (2017) [2017/27]

Em um primeiro momento a ideia de uma versão live action de A Bela e a Fera não me caiu bem. Não estava confiante de que conseguiriam resgatar o espírito da animação original e a escalação de Emma Watson como Bela não me pareceu a mais acertada. Com o tempo, no entanto, o filme foi crescendo em mim juntamente com a vontade para assistí-lo. Parecia que tudo estava caminhando para um resultado que enterraria minhas impressões iniciais. E isso até aconteceu… mas não enterrou tão fundo quanto eu gostaria.

Logan (2017) – [2017/021]

Enfim é chegada a derradeira aventura de Hugh Jackman como Wolverine, personagem que desde 1999 o ator interpreta com bastante carisma e paixão, o que fez fãs o adorarem até hoje, mesmo com alguns filmes de qualidade bastante duvidosa no currículo. Agora, em Logan, vemos um herói em decadência. O nome “wolverine” é coisa do passado, coisa de gibi, e hoje quando alguém o chama assim é como se Logan fosse acertado por flechas certeiras em seu coração. E esse coração já passou por muita coisa. Seu fator de cura o fez viver por muito tempo, conhecer muita gente, matar muita gente e sofrer por muita gente. No ano de 2029, seu fator de cura já não é mais o mesmo, o envenenamento por adamantium e todas as experiências traumatizantes pelo qual ele passou em sua vida deixaram marcas profundas em seu corpo e sua mente. Olhos permanentemente avermelhados, manco, garras que travam, feridas que não se fecham.

Um Limite Entre Nós (2016) – [2017/020]

Adaptações teatrais tendem a ser uma faca de dois gumes. Quando abraçam demais a nova mídia, acabam exagerando a “ação” e deixando a dinâmica do roteiro e dos diálogos de lado, descaracterizando o original. Porém, há também a possibilidade de se aterem demais ao status de teatro e esquecerem que estão em uma nova mídia, com um timming e dinâmica bem diferente. Um Limite Entre Nós se encaixa no segundo caso, mas graças a solidez de seus diálogos e às ótimas interpretações do elenco faz com que nós esqueçamos desse “problema”.

Moonlight: Sob a luz do Luar (2016) – [2017/019]

Há quem diga que todos têm oportunidade de ser o que quiserem. Apesar disso soar muito bonito, na prática o que acontecerá com as nossas vidas depende muito mais do meio em que nós estamos inseridos e das pessoas com quem convivrmos do que de nós mesmos. Moonlight tem essa questão, mas também muito mais, materializada na figura do seu protagonista, Chiron.

Bugigangue no Espaço (2017) – [2017/018]

A primeira vez que ouvi falar da 44 Toons foi quando ela nem tinha esse nome ainda – se chamava 44 Bico Largo – e nem fazia desenhos, mas sim jogos de computador, lá nos anos 90. Foram eles os responsáveis por Osmar, A Última Fatia de Pão um adventure game bem carismático que até hoje lembro com muito carinho. Ao ser apresentado à oportunidade de assistir ao primeiro longa-metragem desse mesmo pessoal, embarquei para ver o que ia sair dali.

John Wick: Um Novo Dia Para Matar (2017) – [2017/016]

Título Original: John Wick: Chapter 2 – Diretor: Chad Stahelski – País: EUA – Ano: 2017 Keanu Reeves está de volta ao papel de John Wick e, diferente do primeiro filme, dessa vez pude conferir no cinema essa que é uma das melhores séries de ação da atualidade (pode chamar de série agora, né?). Começando […]

Quase 18 (2016) – [2017/015]

Se a geração dos anos 80 (e até a dos 90) encontrava respaldo na filmografia de John Hughes (Curtindo a Vida Adoidado, Clube dos Cinco, Gatinhas e Gatões), a geração atual ainda busca um cineasta para chamar de seu. Essa busca talvez chegue ao fim com Quase 18 da estreante Kelly Fremon Craig.