Categoria Drama

Godzilla (1954) – [2017/30]

Antes de assistir a Kong: Ilha da Caveira eu queria ver O FILME DE MONSTRO MAIS CLÁSSICO DE TODOS OS TEMPOS, o Godzilla original de 1954. Felizmente a Criterion lançou uma edição caprichadíssima do filme em blu-ray e foi por ela que tive o prazer de reassistir esse clássico.

Silêncio (2016) – [2017/29]

Martin Scorsese tem uma carreira deveras brilhante. Seus filmes conseguem ser bastante distintos e variados entre si, mas todos, inegavelmente, possuem uma qualidade e um cuidado que poucos conseguem manter durante tanto tempo. Mas isso não quer dizer que seus filme sejam perfeitos. Em Silêncio, ele mostra mais uma vez porque é um dos diretores mais aclamados de Hollywood, mas também reafirma algumas de suas dificuldades narrativas.

Apanhadão de alguns filmes do Oscar [2017/22-26]

Hora de tirar alguns textos da pasta de rascunhos. Para isso, vamos a um apanhadão de alguns dos filmes que assisti para o Oscar 2017. A Qualquer Custo, Até o Último Home, Lion, Manchester a Beira-mar e Capacetes Brancos.

Logan (2017) – [2017/021]

Enfim é chegada a derradeira aventura de Hugh Jackman como Wolverine, personagem que desde 1999 o ator interpreta com bastante carisma e paixão, o que fez fãs o adorarem até hoje, mesmo com alguns filmes de qualidade bastante duvidosa no currículo. Agora, em Logan, vemos um herói em decadência. O nome “wolverine” é coisa do passado, coisa de gibi, e hoje quando alguém o chama assim é como se Logan fosse acertado por flechas certeiras em seu coração. E esse coração já passou por muita coisa. Seu fator de cura o fez viver por muito tempo, conhecer muita gente, matar muita gente e sofrer por muita gente. No ano de 2029, seu fator de cura já não é mais o mesmo, o envenenamento por adamantium e todas as experiências traumatizantes pelo qual ele passou em sua vida deixaram marcas profundas em seu corpo e sua mente. Olhos permanentemente avermelhados, manco, garras que travam, feridas que não se fecham.

Um Limite Entre Nós (2016) – [2017/020]

Adaptações teatrais tendem a ser uma faca de dois gumes. Quando abraçam demais a nova mídia, acabam exagerando a “ação” e deixando a dinâmica do roteiro e dos diálogos de lado, descaracterizando o original. Porém, há também a possibilidade de se aterem demais ao status de teatro e esquecerem que estão em uma nova mídia, com um timming e dinâmica bem diferente. Um Limite Entre Nós se encaixa no segundo caso, mas graças a solidez de seus diálogos e às ótimas interpretações do elenco faz com que nós esqueçamos desse “problema”.

Moonlight: Sob a luz do Luar (2016) – [2017/019]

Há quem diga que todos têm oportunidade de ser o que quiserem. Apesar disso soar muito bonito, na prática o que acontecerá com as nossas vidas depende muito mais do meio em que nós estamos inseridos e das pessoas com quem convivrmos do que de nós mesmos. Moonlight tem essa questão, mas também muito mais, materializada na figura do seu protagonista, Chiron.

Capitão Fantástico (2016) – [2017/017]

Tento não entrar em muitos detalhes das histórias dos filmes que falo sobre pois, comumente, falar demais pode acabar estragando a experiência de quem for assistir. Em Capitão Fantástico, no entanto, o que está em jogo não é bem o que acontece, mas como acontece e quem protagoniza esses acontecimentos. Assim sendo, o sucesso do filme se dará em sua capacidade de atrair o interesse do espectador para aquele grupo de personagens e suas vidas. E nesse quesito, Capitão Fantástico dá uma aula de como fazê-lo.

Quase 18 (2016) – [2017/015]

Se a geração dos anos 80 (e até a dos 90) encontrava respaldo na filmografia de John Hughes (Curtindo a Vida Adoidado, Clube dos Cinco, Gatinhas e Gatões), a geração atual ainda busca um cineasta para chamar de seu. Essa busca talvez chegue ao fim com Quase 18 da estreante Kelly Fremon Craig.